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Morcegos: Um pouco sobre Mitos e Famas dos Morcegos

Um pouco sobre Mitos e Famas dos Morcegos

Morcegos e Vampiros

A relação de morcegos com vampiros é das primeiras coisas que vem a nossa mente. Isso por que a lenda dos vampiros das mais conhecidas e difundidas em todo o mundo.

De todas as histórias de vampiros, a mais famosa deve ser a lenda do Conde Drácula, um romance escrito em 1897 pelo autor irlandês Bram Stoker. Em 1992 a história foi adaptada para o cinema e desde então diversos livros e filmes tem retomada a base principal da lenda dos vampiros. Nessas lendas os vampiros são seres imortais que se alimentam de sangue.

A associação dos morcegos com essa lenda deve-se a 3 espécies de morcegos, sendo uma delas mais estudada e bem conhecida: a espécie do morcego-vampiro (Desmodus rotundus), encontrado do México a América do Sul. Essa espécie costuma habitar cavernas muito úmidas, e é das poucas espécies de morcego capaz de caminhar no solo, apoiados em seus dedos. Ao contrário do que as pessoas pensam os morcegos vampiros não chupam, e sim lambem o sangue que sai da mordida desferida por eles. Sua saliva contém uma substância anticoagulante que está sendo pesquisada para uso em doenças circulatórias.

Existem três teorias principais para explicar o surgimento do hábito hematófago em morcegos. A primeira sugere que um ancestral frugívoro de incisivos fortes e pontiagudos seria capaz de arrancar pequenos pedaços de pele de eventuais presas. Outra teoria cria a hipótese de que o ancestral desses morcegos deveria estar habituado a se alimentar de carrapatos parasitas de grandes mamíferos e que aos poucos esses morcegos passaram se alimentar diretamente do sangue desses animais. A terceira teoria remete a um ancestral que se alimentaria de larvas de insetos presentes em feridas de grandes animais. No entanto o debate entre pesquisadores é caloroso e até hoje nenhum das teorias ganhou força ou seguidores o suficiente para ser mais aceita que outra.

Ecolocalização

Outro fato bastante lembrado quando se fala de morcegos é a capacidade de ecolocalização. Essa característica geralmente é lembrada com uma conotação mais positiva que a lembrança dos vampiros e bastante admirada!
Os morcegos são animais de hábitos crepuscular e noturno. A falta de luz poderia significar alguma dificuldade nas atividades desses animais não fosse a estratégia do sonar! O mecanismo é fácil de entender. O animal emite sons de alta freqüência e capta o reflexo dessas ondas sonoras sobre superfícies do ambiente. A partir dessa captação consegue desviar de obstáculos e buscar por suas presas.

Por exemplo, um morcego insetívoro: Durante o seu vôo para capturar insetos emitirá cerca de dez pulsos sonoros separados por períodos de silêncio de mais ou menos 50 milissegundos.

O corpo do inseto reflete o som, que pode ser detectado pelo morcego, capaz então de determinar a direção e a distância da sua presa. Ao detectar o inseto, o intervalo entre os pulsos diminui. A freqüência de seus guinchos se altera à medida que se aproxima da presa até que finalmente a encontra e captura.

Os morcegos não são os únicos animais a adotar essa estratégia, mas certamente são os mais famosos por usá-la. Além deles golfinhos, algumas baleias e pássaros também usam essa estratégia.

Outros mitos

Popularmente outras histórias contadas sobre os morcegos merecem ser desvendadas.

O mito de morcegos serem cegos deve resultar da imaginação de que os morcegos usam exclusivamente a ecolocalização. Isso não é verdade. Morcegos enxergam, e muito bem! A ecolocalização é uma estratégia adicional.

Os morcegos não fazem ninho, costumam ficar empoleirados de cabeça para baixo. Acredita-se que essa posição favoreça o alçar vôo, uma vez que não tem habilidade para correr, como fazem as aves. 
Raramente um morcego ataca. Como a maioria dos animais silvestres, é mais comum um morcego se sentir ameaçado e constrangido na presença de outros animais maiores, como o homem. Mas se acuado, ele poderá reagir para se defender.

Nem todos os morcegos têm raiva. Embora eles sejam sim um vetor potencial dessa doença, como veremos mais para frente, a taxa de morcegos portadores do vírus é baixa.

Depois de todas essas informações, esperamos que já não tenha tanto medo dos morcegos.

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