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Escorpiões: Espécies que Vivem no Brasil os Escorpiões ao Redor do Mundo

Os Escorpiões ao Redor do Mundo - Espécies que Vivem no Brasil

Os primeiros escorpiões surgiram há cerca de 400 milhões de anos, no período Siluriano, e foram uma categoria pioneira na ocupação de ambientes terrestres quando o planeta Terra começou a tornar-se capaz de sustentar vida fora da água. Esses animais passaram por tudo ao longo de sua história, desde grandes extinções em massa, como a dos dinossauros, até mudanças climáticas significativas com as diversas glaciações. Mesmo assim, eles não sofreram alterações consideráveis em sua estrutura, o que demonstra grande resistência, adaptação e eficiência em suas funções.

Os ancestrais dos escorpiões eram os euriptéridos. Animais predadores muito importantes nos ecossistemas marinhos, eles possuíam brânquias e pernas parecidas com as de caranguejo, com uma unha terminal, e se alimentavam principalmente de peixes. Além disso, eles eram enormes! Um fóssil de 46 cm de uma pinça de escorpião marinho gigante, ou, mais propriamente, um euriptérido foi encontrado na Alemanha, o que indica um escorpião de 2,5 metros, maior que um ser humano. Apesar de raros, indícios fósseis indicam que esse grupo era muito abundante e diversificado. Os registros são, em sua maioria de exoesqueletos (“cascas” que sobram após as mudas).

Acredita-se que o aparecimento de peixes predadores forçou a saída dos euriptéridos da água. Dessa forma eles ocuparam toda a superfície terrestre, não sendo encontrados somente na Antártida. Há uma preferência por ambientes áridos e pedregosos, onde eles ocorrem em maior diversidade, mas também abundam na Floresta Amazônica, pequenas e grandes cidades, em planícies e altas montanhas como os Alpes Suíços.

No mundo, as áreas de maior probabilidade de contato com um escorpião são: o norte da África, Oriente Médio, México, norte da América do Sul e sudeste brasileiro.

No Brasil, diferentes espécies ocupam todo o território, com diferentes abundâncias em cada região. Em São Paulo, além das espécies que não apresentam perigos ao ser humano, predominam o escorpião-amarelo (Tityus serrulatus) e o escorpião-marrom (Tityus bahienses). As espécies do gênero Tityus, que apresenta maior perigo à população, distribuem-se da seguinte maneira no nosso país:

Tityus serrulatus: 
Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Goiás e Mato Grosso do Sul.

Tityus bahienses: 
de Minas Gerais a Santa Catarina, Mato Grosso do Sul.

Tityus stigmurus e Tityus metjendus: 
Nordeste.

Tityus costatus
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Essas informações não são fixas, ainda mais quando atividades como o transporte de mercadorias promove o transporte passivo e dispersão dos escorpiões em meio a troncos de árvores, caixas de madeira, acompanhando alimentos e objetos, no interior de vagões ferroviário e de caminhões, etc. Estes animais também podem seguir leitos de estradas de ferro e disseminar-se. Outra forma de transporte de indivíduos são os navios, importantes por o fazerem a distâncias maiores e entre regiões intercontinentais.

Um exemplo da ação do homem na expansão das populações desses aracnídeos é o “lesser brown scorpion” (Isometrus maculatus) que, por meios artificiais, disseminou-se por todas as regiões quentes do planeta. Como exemplo nacional, é interessante saber que, no passado, cidades com São Paulo e Campinas eram habitadas apenas pelo escorpião-marrom (Tityus bahienses) e foram posteriormente invadidas pelo escorpião-amarelo (Tityus serrulatus), espécies mais doméstica e de veneno mais potente.

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