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Dedetização: Dedetização de Carrapatos

Dedetização de carrapatos com segurança é com a Ibaraki dedetizadora de carrapatos uma empresa especializada em controle de carrapatos. Nosso departamento de controle de pragas urbanas realiza serviços de dedetização de carrapatos em São Paulo utilizando produtos de renomados laboratórios, equipamentos modernos e cumprindo rigorosamente as normas de segurança para esta atividade. Estamos preparados nos serviços de dedetização para por fim em carrapatos, baratas, cupins, mosquitos, formigas, pulgas, ETC.

Algumas vezes, quando saímos para uma caminhada e passamos por um lugar com o mato um pouco mais alto, já começamos a sentir um coceirinha. Se você freqüenta acampamentos, ou áreas rurais com certeza já “matou” a charada. Essa coceira toda tem grande chance de ser causada por carrapatos! É só olhar com atenção que você vai ver um monte de pontinhos pretos se espalhando rapidamente pela área da coceira. Pois é, carrapatos são tão comuns que quase não assustam mais. Mas é preciso tomar cuidado, pois estes aparentemente inocentes animais podem veicular doenças ao homem!

Aqui você vai encontrar algumas informações importantes sobre esses aracnídeos danados!

Biologia dos Carrapatos: Em geral o carrapato encontra-se associados a seu hospedeiro (embora já tenhamos discutido exceções, como o carrapato de chão) e precisam se separar desse para colocar seus ovos. Muito bem, a fêmea então, em solo procura por um abrigo. Deve ser um lugar seguro de predadores e de adversidades, como excesso de água de sol ou risco perda acidental, como algum animal que pise em cima! Essa fêmea põe milhares dos pequenos ovos castanhos por dia durante o período de oviposição, que duram alguns dias. Essa é a última atividade na vida da fêmea, que morre depois que termina sua tarefa reprodutiva.

O desenvolvimento desse ovo depende das condições ambientais. Em geral temperaturas mais elevadas aceleram o processo. Dos ovos eclodem pequenas larvas, com três pares de pernas (larva hexápoda). Estas levam alguns dias até estarem aptas a iniciar sua alimentação. Estas larvas iniciam então uma longa jornada até o ápice de gramíneas, arbustos ou paredes do abrigo, onde ficarão à espera a passagem de um hospedeiro. Ao encontrá-lo fixam-se a ele e sugam um bocado de sangue desse hospedeiro, após o que se preparam para a primeira muda (ecdise).

Após a primeira muda, as larvas se transformam nas ninfas octópodas (que têm quatro pares de pernas, como o adulto). Estas também se alimentam de sangue do hospedeiro! Após a última muda, alimentadas e bem nutridas, as ninfas podem passar para a fase seguinte do desenvolvimento, em que acontece o seu amadurecimento sexual. É a fase adulta. Espécies da família Argasidae se diferenciam por apresentarem de dois a oito estágios ninfais, ao passo que espécies da família Ixodidae apresentam apenas um estágio ninfal. O macho permanece mais tempo junto ao hospedeiro, enquanto a fêmea tão logo encontre o macho para copular e esteja bem nutrida de sangue do hospedeiro, descerá ao solo para completar o ciclo.

Carrapatos e Cães: Atenção, a relação entre os carrapatos e os cachorros merece um destaque especial. É bastante comum encontrar cachorros infestados por carrapatos devido à falta de cuidado. Algumas das medidas destacadas anteriormente são válidas para esse caso também, mas principalmente, deve-se frisar o cuidado na hora de remover os carrapatos do seu melhor amigo!

Os carrapatos devem ser removidos tão logo você os perceba. A permanência no hospedeiro aumenta os danos a este. Com o apoio de uma agente como a vaselina, bastará uma leve torção com um pinça para que o carrapato solte da pele do animal. É comum a cabeça de o carrapato ficar aderida do animal. Nesse caso, tome o cuidado de retirá-la também, pois poderá causar uma inflamação prolongada. Por fim, use também um anti-séptico na região na picada.

Como o Carrapato se Fixa no Hospedeiro: A boca do carrapato é um pouco diferente da nossa! É formada basicamente por 03 peças, que desempenham funções específicas. As quelíceras são estruturas cortantes, alongadas cilíndricas e feitas de quitina, assim como todo o revestimento externo do corpo desses animais. A função do par de quelíceras é de abrir uma incisão (um pequeno corte) na pele do hospedeiro e permitir a entrada do rostro.

Rostro é o nome dado ao conjunto quelíceras mais hipóstoma. Hipóstoma é a peça bucal, também quitinosa, que forma o canal alimentar, por onde passa o sangue sugado do hospedeiro e também por onde é secretada a saliva. A superfície externa do hipostóma é recoberta por dentes que auxiliam na fixação à pele do hospedeiro.

A terceira peça são os palpos, estruturas que auxiliam o carrapato a se ancorar no hospedeiro. Mas sua principal função é sensorial. Os palpos possuem receptores gustativos e olfativos. Além disso, os palpos são articulados e auxiliam no transporte do espermatóforo, que e a estrutura produzida pelo macho, onde ficam os gametas masculinos que serão usados pela fêmea na reprodução.

Pois bem, após a penetração do hipóstoma na pele do hospedeiro, a secreção das glândulas salivares é muito importante. Uma substância leitosa chamada cimento é secretada e endurece, facilitando a fixação do carrapato. Além disso, a saliva contém algumas substâncias como anticoagulantes (evitam que o sangue forme coágulos, o que pararia o sangramento e interromperia a sucção) e também substâncias inflamatórias, que terão a função de aumentar o fluxo sanguíneo na região. Geralmente, quando o hospedeiro desenvolve respostas alérgicas à presença dos carrapatos, é em função dessas substancias inflamatórias.

Doenças Transmitidas ao Homem: A primeira vez que em que um caso de doença transmitida por carrapatos foi descrito, foi em 1893, pelos pesquisadores Smith e Kilborne. Eles observaram a relação entre os carrapatos bovinos (Boophilus annulatus) e uma doença que afeta rebanhos de bois no Texas. Foi a primeira vez que um artrópode foi identificado como agente etiológico (aquele que participa da transmissão, embora não seja o causador) de uma doença.

Posteriormente, os carrapatos foram identificados como vetores de diversas doenças, causados por vírus, bactérias e protozoários no homem e outro animais. Em 1975 já eram conhecidas 15 doenças virais transmitidas por carrapatos. No Brasil, a principal doença transmitida por carrapatos é a febre maculosa, que apresenta reincidência periódica, geralmente de casos isolados.

Febre maculosa: A febre maculosa é uma zoonose causada por uma bactéria denominada Rickettsia rickettsii, que se aloja nas glândulas salivares de carrapato do gênero Ambyomma, sendo os principais transmissores da doença no Brasil A. cajennense e A. aureolatum.

Ao picar seu hospedeiro a bactéria é inoculada. Para isso acontecer, estima-se que o carrapato tem que ficar aderido ao homem por períodos de 4 a 6 horas, o que nem sempre acontece, pois a tendência é que as pessoas eliminem o parasita assim que a coceira devido à picada inicia. A veiculação da febre maculosa ao homem é acidental, ou seja, o carrapato só passa a doença por acaso. Na verdade, este carrapato é freqüentemente encontrado em bois e cavalos, mas se ele estiver com fome e uma pessoa der o azar de passar por perto o animal querer usá-la como refeição, pois principalmente nas fases de desenvolvimento imaturas não tem boas especificidade parasitária. E por este comportamento é que a febre maculosa é mais restrita a áreas rurais e à pessoas que entram em contato com este ambiente seja por trabalho ou por lazer. Vale destacar que o homem não é reservatório da doença e que não passam a doença para outros homens.

Controle de Carrapatos: O primeiro passo no controle dos carrapatos é identificar a espécie infestante para avaliar as suas características tomar as medidas necessárias. Geralmente, além da eliminação do carrapato no hospedeiro, são necessárias ações no sentido de tratar o ambiente, onde estão alojados ovos, adultos e formas imaturas desta praga.

No ambiente doméstico, procure sempre inspecionar seus animais para eliminar os carrapatos. Há produtos sistêmicos que podem ser usados nos animais como medida preventiva com a orientação de um veterinário. Se seu animalzinho sai para a rua e anda em parques, jardins e praças: cuidado redobrado, hein! Procure limpar bem os canis, passando desinfetantes, e fique atenta à frestas e buracos, em paredes e nos solo, pois são bons abrigos para os carrapatos. Mantenha a vegetação da casa bem cuidada e baixa.

Os carrapaticidas costumam ser eficientes, mas sua aplicação deve ser feita por mão de obra especializada. O uso de repelentes específicos também apresenta resultados satisfatórios para aqueles que pretendem entrar em áreas de risco. Para o dia a dia, algumas dicas básicas são sempre válidas! Assim, se você estiver indo para uma área que provavelmente está infestada de carrapatos tente:

Usar roupas claras. Isso facilita a visualização dos carrapatos em suas roupas. Um bom truque para remover os carrapatos das roupas é apanhá-los com um pedaço de fita adesiva. Escolher camisetas com mangas compridas e coloque as meias ou as botas sobre as barras da calça. Usar um chapéu. Se estiver cuidando do jardim, use luvas de trabalho. Aplique um repelente específicos sobre suas roupas. Siga as instruções do rótulo com cuidado e não dependa do repelente para prevenir completamente o contato com os carrapatos.

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